Os provedores de data centers na nuvem como Facebook, Google, Amazon e Apple mudaram drasticamente a dinâmica da indústria de componentes ópticos. Eles possuem destaque como categoria única e própria, já classificados data centers de hiperescala. No futuro já se prevê a concentração de toda capacidade de computação disponível no planeta.

Além de se diferenciarem pelo gigantesco aparato técnico, arquitetura de rede, hardware e processos de automação via software amplamente gerenciáveis, esses ambientes possuem características que exigem soluções a custos infinitamente mais baixos. Juntamente com isso, eles possuem também uma maior eficiência energética. As demandas também estão constantes na indústria da tecnologia. Isso na prática é já o grande desafio para os fornecedores de data centers hiper escala e grandes telecentros convergentes.

Essa categoria de clientes tão afunilada compram uma classe de equipamentos completamente diferente dos clientes de data centers tradicionais. Isso faz com que os fabricantes de data centers para esse segmento continuem a desenvolver versões cada vez mais eficientes dos seus produtos. Esse é um dos setores que mais cresce devido a grande procura por parte dos provedores de cloud solutions. Segundo os últimos estudos realizados pela GARTNER, trata-se de um mercado mundial avaliado em US$ 6 bilhões que representa 24% do setor de data centers em 2018.

O faturamento médio dos provedores de soluções cloud computing cresceu acima de 5% em 2016. Em 2015 obteve um recuo na ordem de 9%. Nesse ano deve chegar ao cume de crescimento na ordem de 19%. Essas indicações foram dada pelo próprio instituto que avalia o desempenho do setor. A explicação está na inclinação das empresas em abortar compra de ativos de tecnologia para uso interno. Além do custo de aquisição, isso evita despesas com manutenção, instalações de infraestrutura, atualizações periódicas, entre outros. Dessa forma colocar a operação na nuvem se tornou sem dúvida alguma uma alternativa de redução de custos irrecusável.

Esse efeito GAFA está sendo ampliado em grande escala pela tendência do cloud 3.0, onde tudo é entregue como serviço. O centro de dados na nuvem está movendo grandes corporações. Isso inclui até mesmo aspectos de administração de pessoas, espaço físico e modalidades especiais. Grandes corporações migraram para escritórios compactos e modernos. A maioria de seus executivos desfrutaram do conforto de trabalhar home office, oferecendo ainda mais economia sem que seus principais clientes percebam.

O fato é que clientes de plataformas hiperescalas são potencialmente mais exigentes. Definitivamente eles não querem os mesmos serviços ofertados por provedores e data centers tradicionais. Eles exigem capacidade computacional para para armazenar e processar dados com altíssima taxa de transferência e disponibilidade. Todos são dados de carros elétricos, biometria, aplicações governamentais, projetos com grandes bases de dados e até bibliotecas multiculturais de alto valor agregado.

Como comparação, vejamos alguns dados verdadeiros. O Google ainda em 2010 revelou que precisava implantar uma rede 100G dentro de seus data centers em tempo recorde. A empresa protagonizou um acordo multissetorial 10×10 Multisource Agreement (MSA) para link de 2 km para alternativa ao IEEE´s 100 Gigabit Ethernet 100Gbase-LR4, tecnologia essa que estava longe do alcance comercial da época.

Hoje, várias opções já estão sendo desenvolvidas em torno de taxas de dados de próxima geração dentro dos data centers. Google e Microsoft já consideram uma rede 200G nos seus grandes centros. Já a Apple aposta em várias pesquisas que possam aprimorar modelos existentes. Todos os modelos com comportamento inclinado para novas tecnologias de transmissão e armazenagem. O Facebook, segundo notas emitidas a imprensa internacional, não vê nenhuma necessidade de dar nenhum passo intermediário e já pensa em 400G. Quando a tecnologia estiver pronta, saltando dos atuais 100G para quatro vezes mais a sua capacidade atual. A tarefa está finalmente concentrada na imensa massa de fornecedores de fibra óptica e elementos de conectividade. O mercado de serviços também aguarda com ansiedade a evolução dessas tecnologias.

A Tecnocopa é grande entusiasta de projetos envolvendo data centers e possui total confiança no benefício que as novas rede deverão entregar nos próximos anos.

 

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Tema: Data centers na nuvem
Fonte: Gartner / Intel / Microsoft
Link: http://www.gartner.com/technology/home.jsp
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